Salto é a quarta cidade da região em abertura de negócios de beleza
Nesta segunda-feira, 19 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional dos Profissionais da Beleza, um segmento que segue em expansão no Brasil e se destaca pela forte geração de novos negócios.
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👉 Entrar no grupo do WhatsAppEm 2025, o Estado de São Paulo contabilizou 67.944 novas empresas no setor de beleza, entre Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs), segundo dados do Data Sebrae.
Na região de Sorocaba, foram abertas mais de 3 mil empresas no mesmo período, evidenciando a força do setor no interior paulista. Os municípios com maior número de novos registros foram Sorocaba (1.192), Itu (262), Votorantim (231) e Salto, com 206, que aparece em quarto lugar no ranking regional, consolidando-se entre as cidades com maior volume de novos empreendimentos no setor de beleza em 2025.
Desafios
Para Maisa Blumenfeld, gestora estadual de beleza do Sebrae-SP, o crescimento vem acompanhado de desafios. “A área de beleza, tradicionalmente, atrai muitos interessados em empreender. É um setor que movimenta milhões, mas por outro lado existe muita concorrência. Por isso, é importante se manter atualizado em relação ao lado técnico e não descuidar da gestão do negócio.”
Perfil empreendedor impulsiona a região
Segundo Alexandre Martins, gerente regional do Sebrae-SP, o avanço do setor está diretamente ligado às características econômicas da região.“A região de Sorocaba reúne cidades com forte diversidade econômica e grande circulação de pessoas, o que favorece a demanda por serviços de beleza. Ao mesmo tempo, vemos empreendedores cada vez mais atentos à formalização e à busca por orientação para estruturar seus negócios, crescer de forma sustentável e se diferenciar no mercado local.”
Paixão pela profissão é principal motivação
Pesquisa realizada pelo Sebrae-SP aponta que a principal motivação para empreender no setor de beleza e estética é a paixão pela atividade, aliada à vocação e ao desejo de autonomia profissional.
Segundo o levantamento:
- 26% abriram o negócio para transformar uma ideia ou paixão em algo concreto
- 22% identificaram uma oportunidade de mercado
- 20% buscaram maior autonomia profissional
- Apenas 18% apontaram a necessidade de geração de renda como principal motivo
O estudo mostra ainda que o investimento médio inicial foi de R$ 4.905,68. Antes de empreender, 54% dos profissionais tinham emprego com carteira assinada. Além da prestação de serviços, 76% dos estabelecimentos também comercializam produtos, e, entre esses, 78% estimam que cerca de 26% do faturamento seja proveniente das vendas.
Foto: Agência Brasil
