Terça-feira, 11 de agosto de 2026
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Laroyê! Festival começa nesta quinta-feira

O Laroyê! Festival começa nesta quinta-feira (6) e segue até domingo (9), no Teatro Giuseppe Verdi, Salto, com uma programação .

Laroyê! Festival começa nesta quinta-feira

O Laroyê! Festival começa nesta quinta-feira (6) e segue até domingo (9), no Teatro Giuseppe Verdi, Salto, com uma programação voltada à valorização das culturas afro-brasileiras, indígenas e populares. O evento reúne exposições, palestras, rodas de conversa, apresentações artísticas e mostras de cinema.

O festival surgiu com a proposta de dar visibilidade a histórias e expressões culturais historicamente silenciadas, promovendo o diálogo entre arte, identidade e diversidade. A iniciativa destaca a importância das manifestações dos povos de terreiro e da cultura negra e indígena por meio do audiovisual, da dança e da literatura.

Programação

Quinta-feira – 6 de novembro

18h às 19h30 – Abertura da exposição “Ruas-Encruzilhadas”, seguida de bate-papo com o artista Iwintolá e o curador Carluz

19h30 às 21h – Recepção e confraternização

Sexta-feira – 7 de novembro

19h às 20h – Cerimônia de abertura e palestra “Exu no Audiovisual Brasileiro”, com Matheus Rodrigues

20h às 21h – Apresentação da Faces Ocultas Companhia de Dança, com coreografia de Arilton Assunção

Sábado – 8 de novembro

14h às 15h10 – Roda de conversa “Atina pra Isso: Resistência e Produção de Conteúdo de Terreiro”, com David Dias

15h20 às 16h30 – Roda de conversa “Imagens para uma maioria silenciada”, com Lilian Santiago

16h30 às 17h – Coffee break

17h10 às 19h40 – Mostra Terreiro

Domingo – 9 de novembro

14h às 15h10 – Roda de conversa “Axé: As representações das religiões afro-brasileiras na literatura produzida para crianças”, com Janaina Figueiredo

15h20 às 16h30 – Roda de conversa “Alafia: a encruzilhada das confirmações”

16h30 às 17h – Coffee break

17h10 às 20h40 – Mostra Gira Mundo e Encerramento

A arte visual que representa o festival traz elementos culturais e arquitetônicos de Salto, como a Ponte Pênsil e a Igreja Matriz, além de referências ao cotidiano popular e à ancestralidade afro-brasileira. A composição destaca a pluralidade artística e simbólica que orienta o evento.

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