Terça-feira, 18 de agosto de 2026
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Casas Bahia fecha lojas em Salto; SECOM atende funcionários desligados

O fechamento das Casas Bahia em Salto provocou desligamentos de trabalhadores e levou o Sindicato dos Empregados no Comércio de Itu e Região (SECOM) a disponibilizar atendimento jurídico aos funcionários atingidos.

Segundo o sindicato, na última sexta-feira (14), a entidade tomou conhecimento, por meio de informações divulgadas pela imprensa, do fechamento de lojas da rede em diferentes regiões do país e dos desligamentos decorrentes do processo de reestruturação da companhia.

Na base territorial do SECOM, que compreende seis municípios, foram encerradas também as unidades das Casas Bahia de Cabreúva, Boituva, além da loja no Shopping de Indaiatuba.

Apesar dos fechamentos, permanecem abertas e atendendo normalmente as lojas localizadas na região central de Itu, região central de Indaiatuba e região central de Porto Feliz.

O SECOM informou que acompanha a situação, mas que, até o momento, não recebeu comunicação oficial da empresa sobre o fechamento das unidades e as dispensas realizadas em sua base territorial.

Sindicato abre atendimento jurídico

Diante dos desligamentos, o SECOM colocou seu Departamento Jurídico à disposição dos trabalhadores das Casas Bahia atingidos na região. O objetivo é orientar os funcionários, analisar individualmente cada caso e avaliar eventuais medidas necessárias para a defesa dos direitos trabalhistas.

Os trabalhadores podem agendar atendimento no sindicato e devem apresentar, preferencialmente, documentos pessoais, Carteira de Trabalho física ou digital e o comunicado ou documento fornecido pela empresa que demonstre a data do desligamento. Quem já tiver recebido documentos referentes à rescisão também deve apresentá-los.

O sindicato lembra que a legislação trabalhista estabelece prazo de até 10 dias, contados do término do contrato, para pagamento das verbas rescisórias e entrega dos documentos correspondentes.

De acordo com o SECOM, o atendimento de seu Departamento Jurídico é gratuito aos trabalhadores representados pela entidade e realizado por advogados especializados em Direito do Trabalho.

A entidade reforça que, diante de um momento de desligamento e incerteza, os comerciários atingidos podem procurar o sindicato para receber orientação sobre seus direitos e sobre os procedimentos relacionados à rescisão contratual.

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